Apresentamos o novo Frame Speaker, um lançamento exclusivo desenhado por três artistas contemporâneos: Mónica Jimeno, Samuel Cano e Antonyo Marest.

Em seguida contamos-lhe a biografia dos três autores, desde as suas influências até às suas obras mais destacadas. Qual prefere?

Mónica Jimeno, espanhola nascida em Madrid, define as suas obras como “uma explosão de cor, para quando as coisas se veem cinzentas”. Com um estilo realista, o uso de cores flúor sobre óleo ou acrílico fazem com que as diversas técnicas da artista usadas durante o processo de criação dos seus quadros tenham como resultado obras que acentuam o seu afã de transmitir emoções. Cada obra desta artista gera uma energia única e distinta.

Flamingo” é uma obra da artista espanhola Mónica Jimeno. Para esta pintura realista, denota-se o uso de cores flúor, com as que transmite energia e paixão, denominador comum em toda a coleção “Aves”, na qual a artista representa diferentes aves exóticas sobre uma tela branca.

Samuel Cano, fotógrafo nascido em Alicante, define-se como um fotógrafo multidisciplinar, paciente e entusiasta. A partir de uma viagem a Banguecoque, a sua carreira começou a dar-se a conhecer com paisagens únicas. Após algum tempo no qual se dedicou a retratar a sua cidade natal, deu passo a trabalhos para empresas de renome internacional. Atualmente focado na fotografia de moda, não deixa de surpreender os seus seguidores com fotografias das suas viagens e vivências pessoais.

Forest” é o trabalho do fotógrafo espanhol Samuel Cano. Graças à sua paciência e entusiasmo por plasmar cenários únicos nas suas fotografias, retratou esta paisagem natural com a qual consegue fazer crer ao espectador que se adentra nesta floresta suíça.

Antonyo Marest nasceu no Mediterrâneo. A calidez das suas águas e o azul do seu céu ajudaram a modelar boa parte do seu optimismo, que foi amadurecendo com a experiência adquirida nas suas viagens através do mundo. O nosso artista realizou inúmeras exposições nas quais apresentou o seu trabalho criativo, em espaços que vão desde o interior de um museu até ao exterior da rua.

Entre os motivos recorrentes no seu trabalho destaca-se a palmeira, elemento no qual o artista encontra simbolismos identificáveis com a sua própria biografia. A palmeira surge como símbolo de resistência perante qualquer situação, como um traço que enlaça com a sua própria trajetória.

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